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Crítica: Queer Eye 2ª temporada

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Queer Eye é um reality show de makeover com 5 caras gays, chamados de Fab 5, da Netflix sendo um remake de Queer for The Straight Guy (2003-2007). A segunda temporada continua engraçado e o foco do Fab 5 continua o mesmo, ajudar a sua “vítima” a não mudar para algo totalmente diferente dela, mas ser a sua melhor versão com dicas práticas e simples. As “vítimas” estão bem mais diversificadas que na primeira temporada, como por exemplo uma mulher, um menino de 18 anos, um homem trans a um prefeito de uma cidade pequena. Os momentos emotivos são bem maiores, teve alguns episódios que em menos de cinco minutos eu já estava com água nos olhos. E toca em alguns assuntos como homofobia nas igrejas, transfobia e a vivência trans. O Fab 5 continua fabulosos. O Karamo tem um papel bem mais ativo nessa temporada. Queer Eye é um reality show incrível que super recomendo que assistam. Minha Nota É: A

Crítica: Sense8 (Último Episódio)

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Sense8 é uma série que foca na vida de oitos pessoas que estão conectadas, literalmente, descobrindo que são sensates, que são pessoas que tem poder de compartilhar habilidades, conhecimentos e sentimentos com outras pessoas de um grupo, chamado cluster. A série foi cancelada, mas declaram que iria ter um último episódio especial. Os personagens continuam sendo o ponto mais forte da série, já que eles são escritos de uma forma que é muito fácil simpatizar com eles, além do grande carisma dos atores, mas o grande destaque fica para Terrence Mann, Sussurros, que entrega um vilão assustador que me lembrou o Thanos porque os dois tem uma calmaria e vem seus objetivos como tarefas, para o Max Riemelt, Wolfgang, que consegue entregar um badboy com coração sem parecer algo cliché. A química entre os atores é incrível, tanto nos relacionamentos românticos quanto nos relacionamentos platônicos, o que é muito importante para uma série onde o grande foco é a conexão humana A trama é um p...

Crítica: Safe (Série Netflix)

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Safe é uma série escrita pelo Harlan Coben, um famoso escritor de romance policial, que conta a história da busca de Tom para encontrar sua filha, Zoe, que sumiu depois de uma festa. Apesar de ser em outra mídia, a história tem vários traços característicos  do Harlan como: pessoas normais com segredos obscuros, plot twists que depois parecem óbvios, uma clima que faz você suspeitar até do cachorro da rua. Portanto, o roteiro é bem amarrado, deixando pistas sobre o que pode ter acontecido, mas ainda conseguindo sobreviver. Os atores entregam performances muito boas, destaque para Michael C. Hall  (o externo Dexter) que consegue passar a imagem de um pai preocupado, porém, ainda consegue ter deixar apreensivo até onde ele iria para conseguir salvar a filha e para Amanda Abbington (ela fez a Mary em Sherlock) como a Detetive Sophie Mason que está boa em todos os episódio, mas 2 ou 3 últimos, ela dá um show que chega me arrepie. Os personagens são bem escritos e complexo...

Crítica: Deadpool 2

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Nessa continuação o mercenário acaba encontrando uma criança mutante que está sendo perseguida pelo Cable e Deadpool coloca como sua missão salvar o menino. O filme tem um roteiro firme e que te entretém e desenvolvem bem seus personagens, apesar de sofrer da síndrome da Mulher na geladeira, e o arco do Wade, do Cable e do Russel são bem interessantes . As piadas funcionam, eu ri em grande parte das piadas, as que não ri foi as que já estava esperando porque apareceram no trailer, achei as vezes que Wade quebrou a quarta parede funcionou melhor aqui além da zoeira com a cultura pop. Ryan Reynolds está perfeito no papel como o mercenário tagarela outros destaques são o Josh Brolin como Cable, Stefan Kapicic como Collossus, por terem um arco bacana e Karan Soni como Dopinder, porque ele é o que tem melhor time cômico, acho que não teve uma piada que ele fez que não ri. Zazie Beetz como Dominó, entrega a típica heroína sarcástica e badass´e Julian Dennison como Russel faz um bo...

Crítica: 13 Reasons Why e 12 mídias que representam doenças mentais de forma correta.

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Aviso: Essa crítica vai tocar em temas que podem ser gatilhos para você (no significado que sério, não a versão da internet onde as pessoas ficam irritadas por causa do seu ponto do vista) e spoilers da primeira temporada. Vamos começar com o fato que a história não avança e a maioria dos personagens não muda (exceto o Tyler), o que é o básico que você espera de uma nova temporada, essa temporada é basicamente aqueles livros em outro ponto de vista (Outro Dia, Grey) que pode acrescentar a história, mas não nesse caso. Duas coisas positivas sobre 13RW (não quero usar mais a palavra positiva tão perto do nome desse show) é a relação entre Clay e Skye, porém as ações me faziam querer bater nele e me fizeram pensar que como Clay é o ponto de vista do show, nos devíamos ficar do lado dele, não que alguém iria ficar do lado da Skye porque “ela está se metendo no meu ship”. A outra é uma cena do Clay gritando na cara da Hanna e ela sem exibir nenhuma reação, eu ri tanto nessa cena por...

Critica: Dear White People (2ª temporada)

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Dear White People (Cara Gente Branca) conta o dia-a-dia de adolescentes negros que estão dentro de uma Ivy League numa importante faculdade dos Estados Unidos cuja a maioria é branca. Cada episódio é focado em um personagem (exceto o último). Por causa disso a maioria dos episódios volta no tempo e avança, a primeira temporada conseguiu fazer isso muito bem, mas de vez em quando eu ficava confusa quando as coisas aconteciam, o ritmo é estranho porque quando é para ele acelerar, ele freia bruscamente como o episódio 9 que avança pouco a trama, apesar de ser um bom episódio. A trama também é previsível, acho que só teve uma revelação que fiquei realmente surpresa, porém é o suficiente para ter entreter. Os personagens, por outro lado, são muito bem desenvolvidos e suas interações são cheias de química, o que faz com você acredita que essas pessoas são amigas ou não. Por ter um elenco diversificado, o show consegue trazer vários pontos de vista e fazer os personagens que condiz com o pers...

Critica - Everything Sucks (Série da Netflix)

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A série é uma típica sitcom sobre coming of age, que se passa em 1996,  contando a história de três amigos: Luke, McQuaid, Tyler que estão entrando no ensino médio. A trilha sonora ajuda bastante a dar o clima dos anos 90 com canções de Oasis, Alanis Morissette, Tori Amos, The Offspring apesar de alguns tropeços onde a trilha se esforçar demais para combinar com o que está acontecendo na tela o que acaba dando um senso de explicação demais, porém ainda continua boa A série tem um roteiro simples e pouco inventivo que tem alguns momentos engraçados e dramáticos, mas nada que irá invocar emoções muito fortes de você e deixa um gancho bom para segunda temporada O elenco está muito bom apesar dos personagens caírem em alguns clichês e um deles mudar drasticamente durante alguns episódios (mas até que não achei tão drástico já que algo parecido aconteceu comigo e meus amigos). O destaque fica para Jahi Winston, que interpreta o Luke, e para Peyton Kennedy, que interpr...

Critica: Com Amor, Simon

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Com Amor Simon é a adaptação do livro Simon Vs A Agenda Homo Sapiens da Becky Abertalli que conta a história de Simon, um garoto de 16 anos que é gay mas, não quer sair ainda do armário, porém Blue, um garoto que troca e-mails diariamente e uma chantagem podem mudar tudo isso. O filme não é 100% fiel ao livro, como toda e qualquer adaptação, mas a maioria das mudanças não me incomodaram tanto (exceto uma mudança na história da Leah e o forma como Blue é revelado). O roteiro tem um bom equilíbrio entre a comédia e o drama, apesar de parecer que poderia ter dado um destaque maior para a amizade do Simon com Nick, Leah e Abby O destaque fica obviamente para o Nick Robinson que traz uma interpretação que faz com que você se importe, torça e se identifique com Simon não importando sua sexualidade. Katherine Langford também está incrível com Leah, apesar de não ter gostado muito de 13 Reasons Why ela está se mostrando se uma boa atriz. Alexandra Shipp e Logan Miller que inter...

Critica: One Day At A Time– 2ª temporada

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Conta a história de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider. A primeira temporada foi muito elogiada pelos críticos jeito que equilibra humor, drama em situações reais Spoiler como o arco da Elena e a aceitação de sua sexualidade e sua saída do armário, o que deixou as expectativas para a segunda temporada ainda mais altas E a segunda temporada conseguiu entregar com o desenvolvimento maior dos personagens, especialmente o Alex, e com ainda mais humor, mas sem ficar surreal e parar de tocar em temas reais como identidade de gênero, com uma cena engraçada e natural sobre a dificuldade de entender tudo quando se estar fora da comunidade, e o nervosismo do primeiro relacionamento no mundo gay (provando que dá ainda para fazer piadas com as situações da comunidade queer). Além de um episód...

7 Motivos Para Ver Queer Eye

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Queer Eye (2018-) é um reboot da Netflix de Queer Eye For The Straight Guy (2003-2007), uma série onde cinco caras gays (conhecido como The Fab 5) fazem uma makeover num cara hetéro e aqui vai 7 motivos para você ver esta série incrível 1. Geórgia Toda a primeira temporada se passa em Geórgia, isso é importante porque lá ainda existem muita homofobia e normalmente não seria a primeira escolha para um show desses . 2. Mais que uma makeover externa Os Fab 5 também fazem uma makeover interna e sempre ajudam os caras a serem a melhor versão deles que puderem (obviamente uma semana é pouco para mudar uma pessoa internamente, mas no final eles sempre estão confiantes que vão conseguir seguir o caminho deles). Um exemplo que eles ajudam um cara a sair da sua zona de conforto e se tornar um pouco mais afetivo. 3. Dicas práticas e fáceis Em um reality show de makeover raramente tem dicas práticas, mas Queer Eye é diferente por exemplo quando eles foram fazer uma makeover de um ...

Crítica: Vingadores– Guerra Infinita (SEM SPOILER)

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Depois de muita espera o filme em que os heróis da Marvel (os pelo quais a Disney tem dinheiro) lutam com um ser grande e roxo que sai em busca de pedrinhas coloridas e o que eu achei desse filme? Essa crítica não terá spoilers além do aparecer nos trailers então se você não tiver assistido nenhum trailer e não quer nem o mínimo de spoiler está avisado Logo no começo a gente percebe o quão poderoso é o Thanos e os personagens são colocados para interagir um com outro de uma forma que faz sentido. Falando de interação de personagens, todos tem uma química muito boa (obviamente os pares românticos como Gamora e Peter, Visão e Wanda conseguem ser interessantes apesar do fato de Wanda ser um dos meus personagens menos favoritos do MCU) destaque especial para Tony e Stephen e qualquer personagem e Thanos. Já que citei o ser grande e roxo vamos falar sobre ele. Esse filme, apesar de todos os personagens terem bastante tempo de tela, é do Thanos porque aprendendo suas motivações, ...

Crítica: 3% (Segunda Temporada)

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Em um futuro pós-apocalíptico não muito distante, o planeta é um lugar devastado. O Continente é uma região do Brasil miserável, decadente e escassa de recursos. Aos 20 anos de idade, todo cidadão recebe a chance de passar pelo Processo, uma rigorosa seleção de provas físicas, morais e psicológicas que oferece a chance de ascender ao Mar Alto, uma região onde tudo é abundante e as oportunidades de vida são extensas. Entretanto, somente 3% dos inscritos chegarão até lá. Os novos personagens estão bem encaixados e são interessantes, enquanto aprendemos mais coisas sobre seu passado além de acompanhá-los no presente. O plot principal ocorre durante os 6 dias anteriores ao processo 105 o que faz com que a tensão aumente junto com as reviravoltas da trama, apesar de acontecer algumas coincidências, mas até que não me incomodou tanto. As mensagens políticas ainda estão fortes como a divisão de classe, a meritocracia, extremismo de todos os lados. Os cenários estão lindos e o con...

Critica: Merlí

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Merlí é uma série de televisão produzida pela TV3 sobre um professor de filosofia que, usando alguns métodos pouco ortodoxos, incentiva seus alunos a pensar livremente - dividindo as opiniões de alunos, professores e famílias. O roteiro de Eduard Cortés sabe combinar muito bem o surrealismo com a realidade dura conseguindo debater temas como sexualidade, gênero, padrões de beleza, pressão familiar de uma forma inovadora sem tirar o peso desses assuntos. Os personagens no começo parecem clichês (a melhor amiga gorda, o gay ainda no armário, “o hétero topzeira”, o nerd tímido entre outros) todavia conforme você vai assistindo mais camadas dos personagens são reveladas, eles vão amadurecendo durante as temporadas e nem sempre tendo ações éticas Os atores são todos incríveis e estão dando tudo de si nos papéis ficando em destaque obviamente Francesc Orella como Merlí que entrega um professor que não concorda com método tradicional de ensino e se importa com seus alunos, mas t...