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Resenha: A Primeira Vista de David Levithan e Nina LaCour

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A Primeira Vista conta a história do Mark e Kate que estudam na mesma escola, mas nunca se falaram até uma noite na semana de orgulho gay onde começam uma amizade quase a primeira vista enquanto ajudam o outro a lidar com seus problemas. Mark apaixonado pelo seu melhor amigo e Kate fugindo da garota que ama a distância a meses. A história se passa durante a semana do orgulho gay e intercala entre capítulos do ponto de vista dos dois personagens principais e é bem estruturada com um plot simples, mas divertido. Os personagens são bem construídos, apesar de ter ficado em dúvida em relação ao Mark porque ninguém é obrigado a reciprocar seus sentimentos só porque a pessoa já ficou com você ou você é bacana com ela, mas, por outro lado é horrível levar um fora de seu amigo. Porém me identifiquei bastante com a Kate e adorei o resto dos personagens. Eles também tem um crescimento bem visível e interessante, passando uma mensagem boa. Uma coisa interessante sobre a história é, diferen...

Crítica: Safe (Série Netflix)

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Safe é uma série escrita pelo Harlan Coben, um famoso escritor de romance policial, que conta a história da busca de Tom para encontrar sua filha, Zoe, que sumiu depois de uma festa. Apesar de ser em outra mídia, a história tem vários traços característicos  do Harlan como: pessoas normais com segredos obscuros, plot twists que depois parecem óbvios, uma clima que faz você suspeitar até do cachorro da rua. Portanto, o roteiro é bem amarrado, deixando pistas sobre o que pode ter acontecido, mas ainda conseguindo sobreviver. Os atores entregam performances muito boas, destaque para Michael C. Hall  (o externo Dexter) que consegue passar a imagem de um pai preocupado, porém, ainda consegue ter deixar apreensivo até onde ele iria para conseguir salvar a filha e para Amanda Abbington (ela fez a Mary em Sherlock) como a Detetive Sophie Mason que está boa em todos os episódio, mas 2 ou 3 últimos, ela dá um show que chega me arrepie. Os personagens são bem escritos e complexo...

Resenha: O Conto da Aia de Margaret Atwood

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Esse livro se passa num futuro distópico de um Estado Teocrático onde as mulheres se tornaram propriedades do governo e são divididas em várias categorias as Esposas, as Marthas (que são as empregadas) e as Aias (mulheres que são usadas para terem os filhos). Com esse livro eu percebi que distopia é meu gênero menos favoritos porque são livros normalmente em primeira pessoa onde o personagem refletem sobre algo que aconteceu em 5 parágrafos e são personagens mais passivos que ativos. Outra coisa que dificultou a minha leitura foi o fato de alguns diálogos terem travessão e outros não terem nada para indicar onde começa e termina a falas dos personagens, não sei se foi algo feito pela escritora, pela tradução ou algo errado com a edição que comprei, fazendo com tivesse que reler os diálogos para descobrir o que estavam falando´. E a história tem um ritmo diferente do que outros gêneros sendo mais lento do eles. Todavia, gostei bastante do livro, tem bastante reflexões sobre misog...

Crítica: Deadpool 2

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Nessa continuação o mercenário acaba encontrando uma criança mutante que está sendo perseguida pelo Cable e Deadpool coloca como sua missão salvar o menino. O filme tem um roteiro firme e que te entretém e desenvolvem bem seus personagens, apesar de sofrer da síndrome da Mulher na geladeira, e o arco do Wade, do Cable e do Russel são bem interessantes . As piadas funcionam, eu ri em grande parte das piadas, as que não ri foi as que já estava esperando porque apareceram no trailer, achei as vezes que Wade quebrou a quarta parede funcionou melhor aqui além da zoeira com a cultura pop. Ryan Reynolds está perfeito no papel como o mercenário tagarela outros destaques são o Josh Brolin como Cable, Stefan Kapicic como Collossus, por terem um arco bacana e Karan Soni como Dopinder, porque ele é o que tem melhor time cômico, acho que não teve uma piada que ele fez que não ri. Zazie Beetz como Dominó, entrega a típica heroína sarcástica e badass´e Julian Dennison como Russel faz um bo...

Crítica: 13 Reasons Why e 12 mídias que representam doenças mentais de forma correta.

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Aviso: Essa crítica vai tocar em temas que podem ser gatilhos para você (no significado que sério, não a versão da internet onde as pessoas ficam irritadas por causa do seu ponto do vista) e spoilers da primeira temporada. Vamos começar com o fato que a história não avança e a maioria dos personagens não muda (exceto o Tyler), o que é o básico que você espera de uma nova temporada, essa temporada é basicamente aqueles livros em outro ponto de vista (Outro Dia, Grey) que pode acrescentar a história, mas não nesse caso. Duas coisas positivas sobre 13RW (não quero usar mais a palavra positiva tão perto do nome desse show) é a relação entre Clay e Skye, porém as ações me faziam querer bater nele e me fizeram pensar que como Clay é o ponto de vista do show, nos devíamos ficar do lado dele, não que alguém iria ficar do lado da Skye porque “ela está se metendo no meu ship”. A outra é uma cena do Clay gritando na cara da Hanna e ela sem exibir nenhuma reação, eu ri tanto nessa cena por...

Top 10 Personagens LGBT+ nos Livros

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Dia 17 foi o dia internacional contra a LGBTfobia então decidir fazer uma lista com personagens LGBT+ na literatura (o que foi bem difícil depois do 4 ou 5). Só para avisar que esta lista não inclui livros de romance onde o foco é o personagem ser LGBT+ (Como Simon vs. A Agenda Homo Sapiens, Garoto encontra Garoto) porque é importante mostra que a vida dessas pessoas é mais que sua sexualidade/gênero e a busca por um parceiro ou personagens que não foram confirmados dentro do matéria original, continuações ou adaptações (Ou seja Dumbledore não vai está nessa lista e nunca estará, se quer saber o porque aqui ). Então vamos para a lista 10. Patrick de As Vantagens de ser Invisível (Gay). As Vantagens de ser Invisível conta a história do primeiro ano do ensino médio de Charlie através de carta mandadas para uma pessoa que nunca sabemos quem é. Obviamente ele segue ainda alguns clichês como o gay afeminado e está apaixonado por um cara “hetéro”, mas é legal ver amizade dele com o Charl...

Critica: Dear White People (2ª temporada)

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Dear White People (Cara Gente Branca) conta o dia-a-dia de adolescentes negros que estão dentro de uma Ivy League numa importante faculdade dos Estados Unidos cuja a maioria é branca. Cada episódio é focado em um personagem (exceto o último). Por causa disso a maioria dos episódios volta no tempo e avança, a primeira temporada conseguiu fazer isso muito bem, mas de vez em quando eu ficava confusa quando as coisas aconteciam, o ritmo é estranho porque quando é para ele acelerar, ele freia bruscamente como o episódio 9 que avança pouco a trama, apesar de ser um bom episódio. A trama também é previsível, acho que só teve uma revelação que fiquei realmente surpresa, porém é o suficiente para ter entreter. Os personagens, por outro lado, são muito bem desenvolvidos e suas interações são cheias de química, o que faz com você acredita que essas pessoas são amigas ou não. Por ter um elenco diversificado, o show consegue trazer vários pontos de vista e fazer os personagens que condiz com o pers...